Criam Uma Máquina Que Lê O Pensamento

Pesquisadores da Universidade de Columbia (Estados unidos) construíram um sistema capaz de ler o raciocínio e transformá-lo em linguagem. Em concreto, esta tecnologia é qualificado de reconstruir as palavras que uma pessoa está ouvindo e transmiti-las com uma voz robótica, simplesmente monitorando a atividade cerebral. “Nossa voz permite-nos conectar com os amigos, a família e o resto do mundo.

Por isso, perdê-la pelo motivo de uma doença ou lesão é tão devastador”, explicou o livre Mesgarani, diretor da investigação. “Com esse estudo, apresentamos uma potencial forma de restaurar esse poder. Nós mostramos que, com a tecnologia adequada, os pensamentos destas pessoas são capazes de ser de descriptografia e compreendidos por cada pessoa que ouça”.

no instante, a tecnologia está dando seus primeiros passos. Os trabalhos anteriores mostraram que, quando a gente fala ou imagina que fala, aparecem alguns padrões de atividade cerebral típicos. Ademais, no momento em que ouvimos alguém, ou no momento em que imaginamos que estamos fazendo, aparecem outros padrões.

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Deste modo, vários sonham com poder ler estes padrões pra decifrar os pensamentos e transformá-los em instruções ou numa mensagem de voz robótica. Como teria sido a comunicação com Stephen Hawking, se ao invés anunciar-se pelo movimento de seus olhos, não o teria feito a partir de um sistema desse modo? Com finalidade de criar um equipamento capaz de fazê-lo, a equipe de Mesgarani desenvolveu um algoritmo, chamado “vocoder”, apto de gerar discursos falados depois de treinar ouvindo conversas. “Esta é a mesma tecnologia usada por Echo, da Amazon, ou por Siri, de Appel, pra nos dar respostas verbais às nossas questões”, comentou Mesgarani. Neste caso, em vez de treinar o algoritmo com discussões, lhe ensinaram a interpretar os padrões de atividade cerebral.

Para esta finalidade, aproveitaram que alguns pacientes de epilepsia são submetidos regularmente a operações cerebrais, para implantar os eletrodos capazes de ler esta actividade ao longo das intervenções. Assim, conseguiram ganhar os padrões cerebrais enquanto estes pacientes ouviam frases pronunciadas por diferentes pessoas. Em concreto, pediram para que os pacientes escutar a pessoas relatando quarenta números do 0 ao 9. Em cada ocasião, o algoritmo produziu alguns sons em resposta a estes sinais. Depois, uma inteligência artificial baseada em redes neurais, que imitam as conexões cerebrais, limpou o som e emitiu uma voz robótica qualificado de recitar os números.

“Descobrimos que as pessoas puderam compreender e repetir os sons em 75% das vezes, o que está muito acima dos tentativas anteriores”, citou Mesgarani. Qual será o próximo? Segundo avança o investigador, os próximos objetivos são usar frases e orações mais complexas do que os números e fazer as mesmas provas não só quando alguém ouve, entretanto bem como quando alguém fala ou imagina que fala. Em último termo, ambicionam desenvolver um sistema que faça divisão de um implante e que traduza os pensamentos em expressões. “A ideia é que, se o que leva esse implante pensa “eu preciso de um copo de água”, o nosso sistema possa identificar os sinais cerebrais geradas com este pensamento, e transformá-los em uma frase”, citou Mesgarani. “Isso mudaria tudo. Daria pra qualquer um que tenha perdido a tua competência de apresentar, uma nova oportunidade de se conectar com o universo à tua volta”.

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